A ministra Cármen Lúcia preferiu votar na parte da manhã no Colégio Santo Agostinho, em Belo Horizonte

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia votou na manhã deste domingo, 25 de outubro, no segundo turno das eleições presidenciais de 2026, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ao chegar ao local de votação, a magistrada foi abordada por eleitores que pediram fotografias e cumprimentaram a integrante da Suprema Corte, em uma movimentação que reuniu pessoas com diferentes identificações políticas. A reportagem do Metrópoles registrou a passagem da ministra pelo Colégio Santo Agostinho e as declarações feitas por ela à imprensa após exercer seu direito ao voto.
Cármen Lúcia chegou ao colégio eleitoral por volta das 8h, pouco depois do início da votação, na Região Centro-Sul da capital mineira. Entre as pessoas que se aproximaram da ministra estavam um homem que vestia a camisa da Seleção Brasileira e um jovem que usava uma camisa do Partido dos Trabalhadores (PT). A magistrada atendeu aos pedidos de fotos e cumprimentou os eleitores que estavam no local, antes de conversar com jornalistas sobre a votação e o funcionamento da Justiça Eleitoral.
Após votar, a ministra destacou a importância da estrutura responsável pela organização e condução das eleições brasileiras. “A Justiça Eleitoral tem um papel principal na eleição, o ramo da Justiça Eleitoral foi criado para isso, e está cumprindo seu papel”, afirmou. A declaração reforçou o reconhecimento feito por Cármen Lúcia à atuação da Justiça Eleitoral no processo de votação, em um dia marcado pela escolha do próximo presidente da República.
Ministra é abordada por eleitores no Colégio Santo Agostinho
A presença de Cármen Lúcia no Colégio Santo Agostinho chamou a atenção de eleitores que aguardavam ou circulavam pelo local de votação. A ministra foi recebida por pessoas que se aproximaram para cumprimentá-la e registrar o encontro em fotografias, incluindo cidadãos identificados com símbolos políticos diferentes. A interação ocorreu de maneira direta, com a magistrada atendendo aos pedidos e seguindo a programação prevista para sua participação no segundo turno.
A presença de um eleitor com a camisa da Seleção Brasileira e de um jovem usando uma camisa do PT foi destacada no relato sobre a chegada da ministra. Os dois se aproximaram de Cármen Lúcia, que posou para fotos e cumprimentou pessoas que estavam no colégio. O episódio evidenciou a movimentação em torno da magistrada durante a votação, embora a presença de eleitores com determinadas roupas não permita concluir qual candidato cada pessoa pretendia escolher.
A ministra já havia votado no mesmo colégio durante o primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Naquela ocasião, ela também foi abordada por eleitores, recebeu aplausos de pessoas que aguardavam na fila e atendeu a pedidos para tirar fotografias. A repetição de interações semelhantes nas duas etapas da eleição marcou as passagens de Cármen Lúcia pelo local de votação em Belo Horizonte.
Cármen Lúcia ressalta papel da Justiça Eleitoral
Ao conversar com jornalistas depois de votar, Cármen Lúcia afirmou que a Justiça Eleitoral desempenha uma função central na realização das eleições e declarou que a instituição estava cumprindo seu papel. A ministra relacionou sua fala à responsabilidade do ramo especializado da Justiça na organização do processo eleitoral. Sua declaração ocorreu durante o segundo turno presidencial, quando os eleitores brasileiros participavam da escolha entre os dois candidatos que avançaram à etapa final.
A manifestação também se insere na trajetória de Cármen Lúcia no Judiciário brasileiro, especialmente em sua atuação relacionada à Justiça Eleitoral. A ministra já presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável por coordenar a administração das eleições em âmbito nacional, e integra o STF desde 2006. A experiência institucional ajuda a contextualizar sua declaração sobre as atribuições da Justiça Eleitoral, sem alterar o caráter específico da fala concedida naquela manhã.
No primeiro turno, a magistrada também havia comentado a importância da imprensa para o funcionamento da democracia. Na ocasião, afirmou que o trabalho jornalístico tinha relevância “mais do que qualquer outro poder”, destacando a função da imprensa na divulgação de informações durante o período eleitoral. As duas manifestações abordaram instituições que participam do ambiente democrático, uma relacionada à organização das eleições e outra à circulação de informações para a sociedade.
Votação ocorreu no segundo turno presidencial de 2026
O comparecimento de Cármen Lúcia às urnas ocorreu no domingo em que os brasileiros voltaram a votar para escolher o presidente da República. O segundo turno foi realizado após a votação de 4 de outubro, quando nenhum candidato obteve a maioria absoluta dos votos válidos necessária para encerrar a disputa na primeira etapa. Com a nova votação, os eleitores decidiram entre os dois concorrentes que avançaram para a fase final da eleição presidencial.
A ministra chegou ao colégio eleitoral nos primeiros minutos do período de votação e, depois de registrar seu voto, conversou com representantes da imprensa. A programação permitiu que ela comentasse tanto o papel da Justiça Eleitoral quanto a importância das instituições envolvidas no processo democrático. Durante a passagem pelo local, Cármen Lúcia também cumprimentou eleitores e atendeu aos pedidos de fotografias feitos por pessoas que estavam no colégio.
Ao deixar o local de votação, a ministra reafirmou sua avaliação sobre a atuação da Justiça Eleitoral ao declarar que a instituição estava cumprindo a função para a qual foi criada. A fala foi o principal ponto de sua manifestação aos jornalistas neste domingo, além da interação com os eleitores que se aproximaram para cumprimentá-la. Cármen Lúcia votou no Colégio Santo Agostinho, em Belo Horizonte, por volta das 8h, no segundo turno das eleições presidenciais de 2026.





